Quando você rompe a madrugada gritando meu nome
Algo dentro de mim estilhaça estridentemente
Meu peito aperta
Sua voz me tortura
Meus pensamentos me acusam
Seus medos aparentes na sua transparência denunciam
A minha dor no seu jeitinho de ser
A minha vontade no seu jeitinho de amar
A minha realidade na suplica da sua voz
As palavras?!
Elas não dizem metade do que meus olhos diriam
E baixinho eu peço... Amanhece, amanhece...
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