sábado, 19 de março de 2011

Lindo Anjo Negro...

Que anjo é esse?

O quarto frio, olhos frios

e um coração gelado?

Que anjo é esse que me assusta?

Tira minha calma, não me traz paz,

passeia pelo quarto com os olhos penetrantes nos meus me assustando.

É horrível estar aqui,

é ruim essa sintonia com o medo,

é ensurdecedor esse silêncio

dos batimentos do meu coração que teimam em acelerar nesse aparelho.

esse anjo me rodeia como se risse de mim,

ele sabe o quanto me apavora.

Não quero ficar, me incomoda demais,

sinto o medo corroendo minha razão,

o mundo correndo,

os dias passando nessa janela que não posso abrir

e nem deixa entrar a luz da vida que um dia amei tanto,

mexo, remexo, quero gritar,

quero alguém que possa me tirar daqui,

alguém que leve esse anjo negro,

que ajude a espantá-lo do meu quarto,

de mim, da minha cabeça...

Não tenho voz,

cada vez que me curvo na cama as agulhas

enfiam em minha carne causando dor,

os fios enrolam, embolam, retorcem,

minha respiração ofegante,

choro,

choro porque

me culpo cada vez mais por estar aqui,

não é possível que isso não acabe de uma vez,

estou cansada, me dou por vencida...

As dúvidas começam a encher minha cabeça

e ele me olha cada vez mais próximo

minha confusão o diverte,

sei que ele também me acusa,

causa arrepios saber o que me diz sem palavras,

sentir seu desejo me estremece,

um frio terrível corta meu corpo,

eu só preciso sair daqui.

Por que não aparece alguém?

Por que esse anjo não vai embora?

Ele caminha lentamente até minha cama,

me encolho,

não posso mais e ele vem manso,

sarcástico,

por um breve instante o vejo de perto,

Lindo Anjo Negro,

respira minha respiração e diz por entre os dentes:

"- Aceite que eu te leve daqui!

Vem comigo! Você não suporta mais!"

Ouço longe um apito estridente,

meu corpo amolece, adormece,

não consigo falar, respirar,

não sinto paz, não tenho reação,

não sinto medo,

sou incapaz de qualquer sentimento,

ele sorri satisfeito e eu sorrio de volta vencida

sinto meus olhos fechando lentamente...

De onde surge tanta luz?

De onde saiu toda essa gente que corre em meu quarto,

em volta de mim,

tocando sem cuidado,

arrancando coisas,

e essa cara de espanto?,

Os entreolhares?

Não posso perguntar

esse tubo só me deixa emitir grunhidos que ninguém escuta,

minha cabeça roda,

não consigo respirar,

o apito me atordoa,

meu corpo sacode,

estou molhada de suor,

Por que ninguém fala comigo?

Me olham, sem me ver e conferem fios,

agulhas,

ninguém fala comigo!

Procuro pelo anjo negro

o vejo sendo retirado do meu quarto

um outro anjo lindo,

envolto de uma luz tão forte que arde meus olhos

outra vez não sinto mais nada.

Ouço somente meu nome vindo de longe

e um rosto lindo me sorri dizendo:

-Acordou mocinha?!

Retiramos o tubo... Não fale ainda só balance a cabeça...

- Que tal um bom banho?"

quinta-feira, 10 de março de 2011

Deixa eu te querer?



Talvez você não entenda...
Mas se tem algo para entender que seja a minha verdade.
Eu não queria me explicar, queria não ter o que explicar.
Mas, por favor, tenta entender o que eu também não entendo...

Não quero você para mim, não posso querer
não quero mudar você,
nunca vou pedir ou cobrar nada,
não posso ter direitos,
mas mesmo sabendo tudo isso eu quero você!
Deixa?
Deixa eu continuar sentindo essa coisa gostosa que me envolve?
Que me faz te desejar?
Deixa eu te querer mesmo que às vezes isso me machuque?
Talvez até por não entender direito o que acontece,
e mesmo que às vezes eu queira mais que você vá,
a minha saudade não deixa
e eu me entrego a tristeza porque não posso te procurar
não posso pedir para ficar ou não ir.
Deixa eu viver o impossível?
Deixa eu saber que você existe em mim?
Deixa eu te sentir sem nunca ter me tocado?
Deixa eu ouvir sua voz e me deixar levar,
fale do tempo, do futebol, fale de você...
Sabe, eu procuro palavras quando fico em silêncio.
E você vai saber que quando ele vem,
tudo o que eu quero é dizer:
-Te quero tanto!
Porque nessa hora sinto vontade de pedir
que me abrace, que me beije...
E nessa hora também, falo seu nome baixinho,
você nem ouve...
Fecho meus olhos, você nem vê...
Eu sinto, sinto o seu corpo me abraçando
e seu beijo me beijando.
Deixa eu dizer que nunca vou pedir
ou querer nada além do seu carinho?
Mesmo que seja de amigo,
porque eu sei que não tenho nada para te dar...
Só tenho essa paixão doida que sinto
quando você vem não importando a forma.
Você quer?
Acho que sou louca... Mas é tão bom me sentir assim...
É tão bom imaginar que você possa estar pensando em mim.
É tão bom imaginar que você possa me querer também.
É tão bom imaginar você aqui, comigo, em mim...
É tão bom imaginar você!
Não vou mais fugir, não consigo mais fugir...
Me deixa ficar?
Deixa?
Não faz sentido não é?
Mas... Se eu puder ficar...
Você fica comigo?
Na minha imaginação...

sábado, 5 de março de 2011

Monte beijos!!


Seu manual de instruções
ficou em um idioma que não consegui ler,
talvez o mundo acabe porque você se foi outra vez
e não vai precisar se perguntar como deve proceder,
pois não vai existir olhar inteiro.
Querer tanto
não foi o suficiente para poder conhecer a voz da vida,
os lábios não serão dois rios inteiros,
nem é preciso mais entender...
Os mil acasos não nos levaram a lugar algum...
Só ficamos com o final.
Ou simplesmente por você não saber
dançar tão devagar para me acompanhar
é melhor mesmo esquecer ao nascer do dia.
Mas sei que você vai estar em tudo até nos meus livros,
só peço que leve a canção dançante
e você consiga lembrar
com um pouquinho só de carinho de mim...
Mesmo sabendo que não posso viver com ou sem você...
Sei que foi só uma ideia na cabeça,
sem obrigação de acontecer,
uma fraqueza,
mas caberá só a mim esquecer
e eu vou deixar a vida me levar...
Vou conseguir trocar de canal...
"Talvez não amanhã,
mas dentro de uma semana,
um mês ou dois,
quem sabe?
de repente,
no meio de uma frase ou de um movimento
me surpreenderei pensando algo assim
"como estou contente outra vez"..."



quinta-feira, 3 de março de 2011



Sei mais do que eu quis
Mais do que sou
E sei do que sei
Só não sei viver
Sem querer ser
Mais do que sou

O fato é o ato da procura
E a cura não resiste só
O que era certo eu descobri
Nem sempre era o melhor

Abri os olhos
Não consigo mais fechar
Assisto em silêncio
Até o que eu não quero enxergar

Não sei afastar
A dor de saber
Que o saber não há
Só não sei dizer
Se esse meu ver
Se pode explicar

Enquanto eu penso, tanto entendo
Que é mais fácil não pensar
O que era certo, eu aprendi
A sempre questionar

Abri os olhos
Não consigo mais fechar
Assisto em silêncio
Até o que eu não quero enxergar

Sei mais do que eu quis
Mais do que sou
E sei do que sei

Nunca deixe que os seus princípios impeçam você de fazer o que é certo.

"Hoje sinto-me triste e vou-me deixar sentir!
Não vou contrariar a tristeza porque
a minha alma também tem direito!"

AMIGOS


"Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho.

Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro.
A todas elas chamamos de amigo. Há muitos tipos de amigos.
Talvez cada folha de uma arvore caracterize um irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós.
Passamos a conhecer toda a família de folhas,
a qual respeitamos e desejamos o bem.
Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso caminho.
Muitos desses denominamos amigos do peito, do coração.
São sinceros, são verdadeiros.
Sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz...
Às vezes, um desses amigos do peito estala o nosso coração
e então é chamado de amigo namorado.
Esse dá brilho aos nossos olhos, musica aos nossos lábios,
pulos aos nossos pés.
Mas também há aqueles amigos por um tempo,
talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora.
Esses costumam colocar muitos sorrisos na nossa face,
durante o tempo que estamos por perto.
Falando em perto, não podemos esquecer dos amigos distantes.
Aqueles que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra, sempre aparecem novamente entre uma folha e outra.
O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima,
e perdemos algumas de nossas folhas.
Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações .
Mas o que nos deixa mais feliz é que as que caíram continuam por perto, continuam alimentado a nossa raiz com alegria.
Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam com o nosso caminho.
Desejo a você, folha da minha árvore, Paz, Amor, Saúde, Sucesso, Prosperidade...Hoje e Sempre...
simplesmente porque: Cada pessoa que passa em nossa vida é Unica.
Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós.
Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada.
Esta é a maior responsabilidade de nossa vida
e a prova evidente de que
duas almas não se encontram por "acaso".

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Palavras São Bolinhas Coloridas...



Palavras são bolinhas coloridas e saltitantes, é gostoso vê-las saltando a nossa volta,
é estar em meio a profusão, de olhos fechados e braços abertos...
Elas não só saltam a nossa volta, elas nos tocam várias vezes,
cada uma com sua cor dando um sentido, uma direção.
Profusão de bolinhas...
Palavras são bolinhas coloridas, bolinhas são palavras coloridas,
tantas cores que se misturam, que trazem significados...
As cores não têm sequência quando pulam, são desordenadas
e às vezes nos confundem ou quem as vê...

Entre as bolinhas coloridas também existem as cores escuras
e elas também nos tocam
e os braços se fecham, se abraçam no reflexo, buscando a proteção,
não querendo que o ciclo vital seja interrompido
e nem o chão se abra...

Palavras são bolinhas saltitantes de diversas cores,
bolinhas são palavras de diversas cores...

Existem bolinhas que são abraços, afagos, beijos, umas te transportam à lugares
onde só a vida conta, umas te levam à lugares onde só o que conta é o prazer...

Existem bolinhas que quando te tocam queimam ou a sensação é de
arrancar um pedaço de tanta dor, levam a paz, o controle,
fazem o maior furdunço...

Mas a pior bolinha é a do medo,
o medo de não saber agir, de não entender,
de não enxergar adiante com a clareza que imaginou,
de não ser quem você achou que já soubessem que realmente era,
medo de se sentir em um estado tão ridículo de confusão,
questionando a parte que não soube revelar,
tentando falar o que talvez ninguém acredite por achar que existe orgulho...

Disso tudo o certo é que estaremos sempre cercados por elas,
mesmo sabendo que vez ou outra as escuras vão nos tocar...

Mas o que se pode desejar é que a bolinha do amor venha sempre,
pois com ela vem as bolinhas do sorriso, da paixão, da felicidade,
do respeito e da amizade...

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Ei... Eu quero você...



Eu quero você!
Entenda!!
Não vou falar, mas não consigo mais esconder.
Não quero sua paz, tenho a minha,
já sei tudo o que devo saber
de você,
de mim, não me conte...
Eu quero você!
Vem... Não demora, me leva para outro mundo,
me leva daqui,
me tira do chão,
me tira do eixo,
se encaixe,
me encaixe...
Eu quero você!
Que eu me ache no momento que me perder em você.
Não quero encontrar o sentido do que não faz
e nem vai fazer e nem precisa...
Não me faça encontrar o juízo que há muito perdi,
deixa só que eu encontre seu corpo no meu,
que seu prazer encontre o meu...
Vem... Não demora, me faça gemer seu nome baixinho
ao sentir seu toque,
seu cheiro,
seu abraço,
seu beijo,
sinta meu arrepio na sua pele,
me ouça sem que eu fale,
me sinta no cheiro,
no suor,
na respiração,
no meu extremo...
Vem... Não demora, me toque,
olhe em meus olhos,
deixa que eu veja nos seus a delícia de nos vermos,
nos delírios mais loucos...
Vem... Não demora, vem me despir do pudor,
do ser, do estar,
só quero ser,
só quero estar,
só quero sentir...
Eu quero você...
Vem... Não demora, vem me enlouquecer,
vem enlouquecer comigo,
vem enlouquecer em mim...
Vem amor...
Vamos saciar essa fome de nós...
Vem...

Por Um Acaso Querem?


Mil acasos me levam a você
O sábado, o signo, o carnaval
Mil acasos me levam a você
A feira, o feriado nacional
Mil acasos me levam a perder
O senso, o ritmo habitual
Mil acasos me levam a você
No início, no meio ou no final
Me levam a você...
De um jeito desigual
Mil acasos apontam a direção
Desvio de rota é tão normal
Mil acasos me levam a você
No mundo concreto ou virtual
Me levam a você
De um jeito desigual
Quem sabe, então, por um acaso
Perdido no tempo ou no espaço
Seus passos queiram se juntar aos meus
Seus braços queiram se juntar aos meus
Mil acasos me levam a você
No ínicio no meio ou no final
Mil acasos me levam por aí
Na espuma do tempo, no temporal
Mil acasos me dizem o que sou
Ateu, praticante, ocidental
Me levam a você
De um jeito desigual
Quem sabe, então, por um acaso
Perdido no tempo ou no espaço
Seus passos queiram se juntar aos meus
Seus braços queiram se juntar aos meus

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011



É quando o dia chega que me deixo ir...
Deixo que as horas me levem nessa dormência, nessa falta de ar,
nesse sincronismo dessincronizado
entre a respiração e as batidas do meu coração...
Arrepios e fechar de olhos, alucinação...
Como se eu pudesse te sentir...
É quando a tarde chega que fico...
Que as lágrimas teimam em cair, os suspiros sufocados,
a voz embargada
que não encontra coerência nas palavras,
o chamar, o som inaldível rompe a garganta
e tenta junto ao pensamento constante, que já machuca
e se transforma em pergunta sem resposta...
Lágrimas e isolamento em um mundo impenetrável,
meu mundo de fantasias, meu mundo feito de você!
Busco te sentir...
É quando a noite chega que alço voo...
Traz consigo a ansiedade, a insanidade, o que se tem,
o que se quer, o que se dá,
o que era dois se transforma em um, em uníssono,
em barreiras rompidas,
sorrisos, beijos, mãos, carinho...
A viagem do pensamento, da emoção,
do prazer que se revela no que não se pode revelar,
o toque sem tocar, o beijo sem beijar,
o bater do coração ensurdecendo a razão...
Arrepios, fechar de olhos, suspiros suaves, delírios...
Te sinto...
É quando a madrugada chega e me pego só...
Sem você aqui em mim...
Com todas as emoções de um dia inteiro,
que se foi e tudo o que deixou foi essa saudade doida e doída...
Saudade que me invade sem pedir licença...
E eu tento buscar você...

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Mulheres...



As mulheres têm energia...

Surpreendem os homens...
Elas enfrentam as dificuldades e regulam os problemas graves,
contudo elas têm felicidade, amor e alegria.
Sorriem quando querem gritar!
Cantam quando querem chorar!
Choram quando são felizes!
E riem quando estão nervosas!
Lutam por aquilo que acreditam!
Revoltam-se contra a injustiça e pelo que as fere!
Não aceitam não por resposta quando creem que há uma solução melhor.
Elas se privam para manter a família de pé!
Elas amam incondicionalmente.
Elas choram quando os seus filhos têm sucesso e congratulam-se pelas
possibilidades dos amigos.
São felizes quando se propõem a falar de um batismo ou de um casamento.
O seu coração quebra quando um amigo morre!
Sofrem a perda de uma pessoa querida!
Sem dúvida que são fortes quando pensam que não têm mais energia.
Elas sabem que um beijo e um abraço podem ajudar a cuidar de um coração quebrado.

Mas não há dúvidas que na mulher há um defeito:
"É que ela esquece o quanto vale!"

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Você é Poesia...



É essa idade de quem ainda desabrocha...
É esse jeito lindo de fazer tudo parecer surreal...
Você roubou minha paz.
Me perco... Mais e cada vez mais...
E aqui estou para que sintas o que senti, também é seu...
Também é você!
“A alegria provocante do teu sorriso

a fresca alegria da tua boca molhada
como os caminhos ao nascer do dia,
- ah! Não será isto poesia?

A música de abismo no silêncio longo
do teu beijo que atrai,
essa estranha vertigem que inebria,
- ah! Não será isto poesia?

O vento a acariciar os teus cabelos
teus cabelos revoltos, macios e leves,
tecidos de seda e de luz
numa estranha magia
- ah! Não será isto poesia?

E o mistério de teus olhos profundos,
que atraem como horizontes
para mundos estranhos,
onde há noites de amor, e nunca chega o dia...
- ah! Não será isto poesia?

A visão do teu pescoço,

nos delírios de minha fantasia,
- ah! Não será isto poesia?

E o lóbulo de tua orelha, pequenino, redondo,
onde a maciez do teu corpo se adivinha,
e onde mora o perfume de tua carne que antevejo
e se anuncia...
- ah! Não será isto poesia?

E a beleza de tua idade, insubmisso e revolto,
no ritmo de tuas formas libertadas
ferindo o meu olhar como saga bravia...
- ah! Não será isto poesia?

E a tua voz
- a noite que se fez sorri numa flauta macia -
e teu corpo, uma bandeira inquieta desfraldada,
teu amor, prece sensual para o meu frenesy...
- ah! Não será isto poesia?

- Sim, isto tudo é poesia, em vida que a mim foi revelado,
porque tu és a Poesia, oh! Meu doce menino amado!

Talvez
Eu só não pudesse ver
A saudade andou juntando eu e você...

Eu tentei
Tantas vezes te esquecer
Mas te encontro onde eu tento te perder...

Eu não quero mais
Fugir do amor
Diga que me guardou
E me espera...

Eu vou roubar a cena
Vou te amar de novo
Até sentir
Que você é meu...

E vai valer a pena
Esquecer de tudo
E amanhecer
Só você e eu...

E hoje eu sei
Eu não quero te esquecer
Só eu sei o quanto custa te perder...

Eu não quero mais
Fugir do amor
Diga que me guardou
E me espera
Que eu vou te mostrar...

Talvez
Eu só não pudesse ver... Você!